sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Um brinde a harmonia
Três meses trancados e sob pressão é para deixar qualquer um estressado. E foi exatamente assim ,sem esconder nada de sua personalidade, que ele chegou onde está.Daniel e Maria são amigos e se gostam dentro do jogo. Mas não são amigos de infância, são adultos disputando 1,5 milhão, que podem muito bem sair da casa e nunca mais se falar.
sábado, 12 de março de 2011
Wesley Snipes
Mau... Péssimo...
quarta-feira, 9 de março de 2011
A diferença entre Jogar e Jogar
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Miss Inveja 2011

Em várias conversas no BBB a miss Adriana se disse vítima de “inveja”, acusou a falsidade de todos dentro da casa e até a especial tendência que a mulheres em geral têm para essa característica.
A surpresa não foi a moça cabeça oca de 19 anos emitir esse tipo de opinião., foi parte do público e até alguns jornalistas terem comprado o argumento raso. Falsidade é uma acusação genérica dentro do BBB, pode significar uma gama de coisas, desde que um participante vota no outro até que é falso mesmo... Mas o que está em pauta aqui é a famosa falsidade feminina , aquela que é mãe da inveja e supostamente prejudica muitas moças bonitas (e aquelas não tão bonitas) por aí. Surpreendentemente a inveja não parece ser uma reclamação constante dentro do BBB, de 11 edições consigo lembrar de poucas mulheres a usando como explicação para seus desafetos. E ainda mais surpreendente é que nunca foi empregado pelas mais bonitas como Grazi (BBB5), Sabrina (BBB3), Mariana Felicio (BBB6)... Nem pelas que foram mandadas várias vezes ao paredão como a Ana (BBB9), Iris (BBB7) ou Juliana (BBB4) .Para fazer uma média com a miss é importante dizer que nem mesmo as namoradas ou peguetes dos bonitões do programa se disseram alvo da famigerada , vide Manu (BBB2), Flávia BBB7, Fanny (BBB7).
A tal inveja não parece atingir as participantes mais relevantes do BBB, mas um tipo específico : aquelas que contam exclusivamente com sua beleza para se dar bem no programa. São bonitas, então não precisam ser inteligentes, ter senso de humor ou jogo de cintura. A beleza abre portas, atrai o sexo oposto, então para que se dar ao trabalho de desenvolver outras qualidades ? E se algo der errado ? É culpa da inveja , óbvio...
Essa foi a trajetória da Adriana no programa: Entrou e grudou instantaneamente No Gago e no Rodrigão apesar de ter sido bem recebida especialmente por Paula,Natalia e Janaína , mas a nenhuma delas deu sequer o beneficio da dúvida. Chorou ao perder a prova de resistência e culpou a outras mulheres (não seu próprio esgotamento físico ou psicológico).Deu uma lição de moral no Lucival (justamente) e na Diana (injustamente) ao ter seu nome envolvido em algo que não gostou, mas abaixou a cabeça ao ser chamada de burra pelos homens. Recebeu o castigo do anjo e o pagou de mau humor.
Jamais tentou se aproximar, descobrir afinidades com 70% da casa, queria era ser princesa em um conto de fadas que deu errado. O príncipe estava sem vontade , mais preocupado em arrumar o cabelo que em protagonizar cenas de romances... Adriana jogou mal, mas a culpa de sua saída é da inveja, é claro...
E sobre a declaração de que se dá melhor com homens pois são mais verdadeiros , deixo a bela atriz Eva Mendes responder:
“"Você sabe aqueles meninas que dizem que não tem amigas mulheres? Eu sempre penso: 'Vou sair correndo'",
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
O que é a verdade ?

A primeira coisa que precisa ficar clara nessa história é que um transexual não é apenas um homossexual que deseja se vestir como o sexo oposto. É alguém que desde sempre sente que está no corpo errado, muitas vezes desenvolve nojo pelas particularidades genéticas que carrega.É algo reconhecido pela psicologia (e pela medicina) que esses indivíduos têm uma identidade psicológica diferente da biológica. Estamos falando aqui de muito sofrimento, de não aceitação pessoal e de marginalização pela família e sociedade. A melhor forma de entender isso é pensar que a Ariadna não é um homem que se transformou em mulher, mas uma mulher que nasceu com características físicas masculinas.
Estabelecendo isso dá para entender essa sister um pouco melhor. Ela é uma menina educada como menino. Ela não aprendeu certos códigos de conduta que toda garotinha (principalmente em um país machista) aprende desde pequena. Teve que sair de casa e “ser mulher” em ambientes marginalizados que são os únicos que costumam acolherquem é diferente. Então é óbvio que a Ari soa vulgar e caricata em certos momentos. Ela é sim, em todos os aspectos importantes uma mulher, mas uma mulher marcada, com uma bagagem difícil de carregar e com um longo histórico de rejeição. Levando tudo isso em conta dá para entender porque preferiu omitir sua história dos outros participantes.
A Ari não é santa ou candidata à vítima do BBB11,também nem chega a ser uma das minhas preferidas nessa edição. Só não acho correto tratar a garota como atração de circo ou acreditar que transexualidade é como uma doença contagiosa que precisa ser “avisada” a todos com quem ela convive. Tivemos vários gays não assumidos naquela casa, uma miss que era casada e se fingiu solteira e temos agora uma atriz com vídeos eróticos espalhados pela net... Esses segredos são tão importantes quanto o da Ari. Faz sentido exigir que ela abra o jogo e não pedir o mesmo dos outros ?
No fim das contas não estou ligando se ela é transexual, vou julgar a participante pelo que ela fizer lá dentro. Se for uma mala vou querer que saia, se for uma boa jogadora vou votar para que fique. Simples assim!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Primeiras Impressões

O BBB11 começou morno, foi a estréia mais sem graça desde o BBB8. A votação surpresa não causou tanto quanto deveria, mas serviu para deixar a Michelly em evidência. Outra coisa que ficou em evidencia é que esses subgrupos (pelo menos da maneira como são no programa) não funcionam: Natália , treinada para liderar grupos pela marinha americana, votou para eliminar um membro de sua própria equipe (e já cantou que não combina votos). Paula, além de ter sido bem votada para sair da casa, anda sofrendo um bullying básico, já que foi delicadamente apelidada de Jabulani pelos colegas. Se levar isso na boa ganha pontos, mas algumas enquetes apontam que ela não agradou muito o público.
Ainda do lado feminino tivemos o bom humor forçadíssimo da Janaína, Diana que sem dúvida é amiga da Bianca Jahara (e isso não é um elogio) e a Ariadna que conseguiu passar 40 minutos em uma banheira com uma CSI e vários marmanjos sem levantar suspeitas. E na minha opinião, não vão descobrir tão cedo. Primeiro porque a maior prova sumiu e segundo porque ninguém está procurando. Gostei muito que a Globo não deu qualquer destaque ao fato dela ser transexual durante a edição. Se tivessem dado teriam escolhido de cara o “tema” principal deste BBB.
Talula é linda, mas por enquanto é a florzinha de tomate que enfeita o prato. Jaqueline é quieta e bem mais bonita do que eu achava. Assim como a Maria também não disse a que veio.
No time masculino não houveram grandes surpresas: Diogo se mostrou carismático e animado. Mauricio também se mostrou animado, mas tipo criança hiperativa... O Cristiano é sério e calmo, mas não se isolou do grupo, parece estar bem focado no jogo. O resto dos meninos ainda não mostraram muito. Alguns como o Rodrigo tem potencial, outros como o Daniel são propagandas de Lexotan . É esperar para ver e rezar para que esse BBB surpreenda.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Até que o BBB11 comece

No BBB5 a Natália se tornou musa antecipada e a Grazi parecia mais uma loira assim que as primeiras fotos e propagandas foram liberadas. No BBB7 foi a Liane e não a Iris ou Fani que encantou o público em sua chamada, assim como no BBB8 a vídeo de inscrição super gracinha da Tati Bione foi o mais comentado. Quem não se lembra é só procurar nos arquivos da revista QUEM a declaração de uma amiga do Max , apostando que ia ser o vilão da edição e que com certeza ia se interessar pela Ana.
A graça do BBB é justamente ser imprevisível, é apesar de tantos estereótipos, conseguir as vezes ir além deles. Talvez a Ariadna seja mesmo barraqueira, a Maria seja uma piriguete e a Talula a princesinha da edição. Mas enquanto o programa não começar podemos brincar com essas percepções, mas não fazer uma crítica séria sobre qualquer um deles. Nem na chatice do politicamente correto, nem no extremo do preconceito puro.



